Brasil em Números
Com a fusão entre a Bovespa Holding e a BM&F (Bolsa de Mercadorias & Futuros), o Brasil terá a segunda maior Bolsa de Valores do continente americano, com valor de mercado de US$ 18 bilhões, atrás apenas da Chicago Mercantile, nos Estados Unidos, com valor de mercado de US$ 27,68 bilhões.
A inflação foi controlada. Em 1995, era de 22% por ano e em 2007 de 4,5%.
Um dos pilares que sustentam o otimismo empresarial é o aumento do crédito. Em 2002, o crédito representava 22% do PIB, enquanto que em 2007 passou a 35%, com cifras estimadas em US$ 581,2 bilhões.
A Força da Economia Brasileira
- O maior exportador mundial de carne bovina e de aves.
- O maior exportador latino-americano de aviões.
- 4º maior exportador mundial de carne suína
- 2º maior mercado do mundo de piso e azulejos
- 3º maior mercado do mundo de cosméticos, celulares e refrigerantes
- 4º maior mercado de chocolates
- 5º maior mercado do mundo de computadores e de bebidas alcoólicas
- 8º maior mercado do mundo de automóveis
- 10º maior mercado de medicamentos
Fonte: Ubrafe
Mercado Imobiliário em 2009
Em 2009, o mercado imobiliário continuará crescendo, ainda que em ritmo menor; manterá o movimento de readequação de metas, pelo menos até o primeiro semestre; e trabalhará de forma seletiva, com projetos adequados à demanda.
Quanto aos recursos necessários para irrigar o setor, o governo deu um voto de confiança já no final de 2008.
A Resolução BACEN 3.629 inseriu no direcionamento de recursos da poupança (com taxa tabelada) mecanismo que permite irrigar o mercado dando-lhe maior liquidez. Com ela, os volumes poderão chegar, até 31 de março de 2009, a R$ 10 bilhões, incluindo Caixa e bancos privados. Somente a Caixa operará R$ 3 bilhões.
Acreditamos no fortalecimento do SFH (Sistema Financeiro da Habitação), com incentivos do governo, bem como do SFI (Sistema Financeiro Imobiliário). Uma mostra disso é a possibilidade de a Caixa, já a partir de janeiro, adquirir CRIs (Certificados de Recebíveis Imobiliários), FIDCs (Fundos de Investimento em Direitos Creditórios), FII (Fundos de Investimentos Imobiliários) e debêntures de empresas que utilizarão esses recursos para a produção de empreendimentos.
As taxas de juros para essas operações serão de 7% ao ano + TR para empreendimentos com valores de unidades populares – por exemplo, imóveis de R$130 mil nas regiões metropolitanas de São Paulo, Rio de Janeiro e no Distrito Federal –, e 9% ao ano + TR para imóveis acima de R$ 130 mil, porém enquadráveis no Sistema Financeiro da Habitação (SFH).
Tal movimento permitirá que as empresas mantenham o foco no atendimento da classe C e de mais baixa renda, com a produção de empreendimentos econômicos, segmento que mais precisa de financiamento à produção.
Com relação a recursos do FGTS, o orçamento aprovado no dia 30 de outubro de 2008 pelo Conselho Curador do FGTS prevê para habitação popular quase R$ 12 bilhões. Isso nos faz crer que não faltará financiamento para os consumidores finais, com taxas de juros variáveis de 4,5% ao ano para cotistas do Fundo a 8,6% ao ano para o Programa Pró-Cotista, o que permite financiar o primeiro imóvel sem as amarras de valor máximo do imóvel ou de renda familiar bruta.
O Secovi-SP vai manter os trabalhos para que haja crédito imobiliário suficiente à produção e aquisição e defenderá, sempre, a maior aplicação dos bancos privados. Com mais recursos e demanda aquecida, não pode, em hipótese alguma, faltar a produção de imóveis no mercado.
É certo que existe preocupação com uma eventual desaceleração na economia e geração de empregos, principalmente das famílias de mais baixa renda, mas prevalecerá o otimismo realista do setor que, após duas décadas, saiu da estagnação e volta a operar em bases sólidas. Apesar de pontual redução no crescimento, o mercado imobiliário continuará a crescer.
Fonte: Secovi SP
Secovi-SP divulga balanço trimestral do mercado imobiliário 2009
| Em março, foram comercializados na capital paulista 2.162 imóveis novos, contra os 1.556 de fevereiro e os 1.113 de janeiro, indica pesquisa do Secovi-SP |
 Du Plessis, Petrucci e Bernardes apresentam os números do trimestre
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Os efeitos da crise financeira internacional sobre o setor imobiliário são cada vez mais tênues, segundo indica o Balanço Trimestral do Mercado Imobiliário de São Paulo divulgado pelo Secovi-SP à imprensa no dia 20/5.
Os indicadores mostram uma flagrante recuperação no número de unidades habitacionais lançadas e comercializadas na cidade de São Paulo, depois do forte abalo provocado pela turbulência mundial. De fevereiro para março, conforme dados da Embraesp (Empresa Brasileira de Estudos do Patrimônio), houve incremento no volume de lançamentos de 1,2 mil para 1,6 mil unidades. O total lançado nos primeiros três meses do ano atingiu 3,2 mil moradias, contra 7 mil no período de janeiro a março de 2008.
“É importante ressaltar, porém, que 2007 e 2008 foram anos atípicos, que registraram números excepcionais, muito superiores às médias históricas, o que tem levado o Secovi-SP a usar o exercício de 2006 como base de comparação. No primeiro trimestre daquele ano, o volume de lançamentos residenciais foi de 2,7 mil unidades, 13% abaixo do resultado dos três primeiros meses de 2009”, enfatiza Celso Petrucci, economista-chefe do Secovi-SP.
Trimestre - No primeiro trimestre o volume de vendas (4.831 moradias) foi superior ao número de lançamentos (3.154), o que se reflete no saldo de imóveis disponíveis. “Essa tendência já vinha sendo observada desde fevereiro e aumenta a percepção de que o crescimento de estoque registrado nos últimos meses de 2008 começa a ser compensado com as vendas deste ano”, comenta Alberto Du Plessis Filho, vice-presidente de Tecnologia e Relações de Mercado do Secovi-SP.
O presidente da entidade em exercício, Claudio Bernardes, pondera ainda que “o crescimento da demanda está intimamente vinculado ao modelo de ocupação urbana”, ressaltando a importância na disponibilização de espaços para o processo de ocupação das cidades e a oferta de imóveis.
Confira abaixo a íntegra dos estudos do Secovi-SP.
Balanço do Trimestre
Pesquisa Secovi de março/2009
Fonte: Secovi |